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“Concernente a todas as coisas de que sou acusado pelos judeus, Rei Agripa, considero-me feliz de que é diante de ti que hoje devo fazer a minha defesa,
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especialmente visto que tu és perito em todos os costumes bem como nas controvérsias entre os judeus. Portanto, rogo-te que me ouças pacientemente.
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“Deveras, quanto à minha maneira de viver desde a mocidade, desde [ o ] princípio, entre a minha nação e em Jerusalém, todos os judeus
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que já me conheciam desde o início, se quiserem dar testemunho, sabem que vivi como fariseu, segundo a seita mais estrita da nossa forma de adoração.
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Contudo, agora estou sendo chamado a julgamento pela esperança da promessa que Deus fizera aos nossos antepassados,
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ao passo que as nossas doze tribos estão esperando alcançar o cumprimento desta promessa por lhe prestarem intensamente serviço sagrado, noite e dia. Concernente a esta esperança estou sendo acusado pelos judeus, ó rei.
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“Por que se julga incrível entre vós que Deus levante os mortos?
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Eu, da minha parte, realmente pensei no meu íntimo que devia cometer muitos atos de oposição contra o nome de Jesus, o nazareno,
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o que, de fato, fiz em Jerusalém, e a muitos dos santos encerrei em prisões, visto que eu tinha recebido autoridade dos principais sacerdotes; e quando eles estavam para ser executados, eu lançava o meu voto contra eles.
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E, punindo-os muitas vezes, em todas as sinagogas, tentei obrigá-los a fazer uma retratação; e, visto que eu estava extremamente enfurecido contra eles, fui ao ponto de persegui-los até mesmo nas cidades de fora.