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De modo que é por isso que ele é mediador dum novo pacto, a fim de que, por ter havido uma morte para o [ seu ] livramento, por meio de resgate, das transgressões sob o pacto anterior, os chamados recebessem a promessa da herança eterna.
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Pois, onde há um pacto, precisa ser provida a morte do pactuante [ humano ].
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Porque um pacto é válido baseado em [ vítimas ] mortas, visto que nunca está em vigor enquanto o pactuante humano está vivo.
18
Por conseguinte, tampouco o [ pacto ] anterior foi inaugurado sem sangue.
19
Pois, quando todo mandamento segundo a Lei tinha sido anunciado por Moisés a todo o povo, ele tomou o sangue de novilhos e de bodes, com água, e lã escarlate, e hissopo, e aspergiu o próprio livro e todo o povo,
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dizendo: “Este é o sangue do pacto que Deus preceituou para vós. ”
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E ele aspergiu igualmente com sangue a tenda e todos os vasos do serviço público.
22
Sim, quase todas as coisas são purificadas com sangue, segundo a Lei, e a menos que se derrame sangue, não há perdão.
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Por isso era necessário que as representações típicas das coisas nos céus fossem purificadas por estes meios, mas, as próprias coisas celestiais, com sacrifícios melhores do que tais sacrifícios.
24
Porque Cristo entrou, não num lugar santo feito por mãos, que é uma cópia da realidade, mas no próprio céu, para aparecer agora por nós perante a pessoa de Deus.