Quem dentre vós está em temor de Jeová, escutando a voz de seu servo, que tenha andado em contínua escuridão e para quem não tenha havido nenhuma claridade? Confie ele no nome de Jeová e estribe-se ele em seu Deus.
Assim, pois, filhinhos, permanecei em união com ele, para que, quando ele for manifestado, tenhamos franqueza no falar e não sejamos envergonhados para nos afastar dele na sua presença.
Vou lembrar-me destas coisas e vou derramar minha alma no meu íntimo. Pois eu costumava passar adiante com a multidão de gente, eu costumava andar vagarosamente diante deles até a casa de Deus, com voz de clamor jubilante e com agradecimento duma massa de gente celebrando uma festividade.
A isso Ana respondeu e disse: “Não, meu senhor! Sou uma mulher de espírito aflito; e não bebi nem vinho nem bebida inebriante, mas derramo a minha alma perante Jeová.
Levanta-te! Choraminga durante a noite, no começo das vigílias da madrugada. Derrama teu coração qual água perante a face de Jeová. Levanta para ele as palmas das tuas mãos por causa da alma das tuas crianças, que se debilitam devido à fome na cabeceira de todas as ruas.
Jeová é meu rochedo, e minha fortaleza, e Aquele que me põe a salvo. Meu Deus é minha rocha. Nele me refugiarei, meu escudo e meu chifre de salvação, minha altura protetora.
a fim de que, por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, nós, os que fugimos para o refúgio, tenhamos forte encorajamento para nos apegar à esperança que se nos apresenta.