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O espírito santo esclarece assim que o caminho para o lugar santo ainda não fora manifestado enquanto a primeira tenda estava de pé.
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Esta mesma [ tenda ] é uma ilustração para o tempo designado que agora chegou, e, em harmonia com isso, oferecem-se tanto dádivas como sacrifícios. No entanto, estes não são capazes de aperfeiçoar o [ homem ] que presta serviço sagrado, no que se refere à sua consciência,
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porém, têm que ver apenas com alimentos, e bebidas, e vários batismos. Eram exigências legais referentes à carne e foram impostas até o tempo designado para se endireitar as coisas.
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No entanto, quando Cristo veio como sumo sacerdote das boas coisas que se realizaram por intermédio da tenda maior e mais perfeita, não feita por mãos, isto é, não desta criação,
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ele entrou no lugar santo, não, não com o sangue de bodes e de novilhos, mas com o seu próprio sangue, de uma vez para sempre, e obteve [ para nós ] um livramento eterno.
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Pois, se o sangue de bodes e de touros, e as cinzas duma novilha, aspergidos sobre os aviltados, santifica até à purificação da carne,
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quanto mais o sangue do Cristo, o qual, por intermédio dum espírito eterno, se ofereceu a Deus sem mácula, purificará as nossas consciências de obras mortas, para que prestemos serviço sagrado ao Deus vivente?
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De modo que é por isso que ele é mediador dum novo pacto, a fim de que, por ter havido uma morte para o [ seu ] livramento, por meio de resgate, das transgressões sob o pacto anterior, os chamados recebessem a promessa da herança eterna.