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		<title>Jeremias capítulo 37</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:59:23 +0000</pubDate>
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				 O rei Nabucodonosor, da Babilônia, pôs Zedequias, filho de Josias, como rei na terra de Judá, no lugar de Joaquim, filho de Jeoaquim. 
				 Mas nem Zedequias, nem as autoridades, nem o povo obedeceram à mensagem de Deus, que eu, o profeta Jeremias, lhes entreguei. 
				 O rei Zedequias mandou que Jucal, filho de Selemias, e o sacerdote Sofonias, filho de Maaséias, fossem falar comigo. Eles disseram: —Por favor, Jeremias, ore ao SENHOR, nosso Deus, por nós. 
				 Eu ainda não tinha sido preso e andava livremente no meio do povo. 
				 Nesse tempo, o exército egípcio havia saído do Egito. E, quando os babilônios que estavam cercando Jerusalém souberam disso, foram embora. 
				 ( 6 - 7 ) Então o SENHOR, o Deus de Israel, me mandou dizer o seguinte a Zedequias, rei de Judá: —O exército egípcio, que vem vindo para socorrer você, vai voltar para o Egito. 
				 ( 6 - 7 ) Então o SENHOR, o Deus de Israel, me mandou dizer o seguinte a Zedequias, rei de Judá: —O exército egípcio, que vem vindo para socorrer você, vai voltar para o Egito. 
				 Aí os babilônios voltarão para atacar esta cidade. Eles vão conquistá-la e pôr fogo nela. 
				 Eu, o SENHOR, lhes dou este aviso: não se enganem, pensando que os babilônios não vão voltar. Eles voltarão. 
				 Ainda que vocês derrotassem todo o exército da Babilônia, que está atacando, e ainda que desse exército sobrassem apenas homens feridos, deitados nas suas barracas, isso não adiantaria nada. Pois mesmo assim esses homens se levantariam e poriam fogo nesta cidade. 
				 As tropas dos babilônios se retiraram de Jerusalém porque o exército egípcio estava chegando. 
				 Nesse tempo, eu resolvi sair de Jerusalém e ir ao território da tribo de Benjamim para receber certa propriedade, que era parte de uma herança. 
				 Ao chegar ao Portão de Benjamim, o chefe da guarda, chamado Jerias, que era filho de Selemias e neto de Hananias, me fez parar e disse: —Você está fugindo para o lado dos babilônios! 
				 —Isso é mentira! —respondi. —Eu não estou fugindo para o lado dos babilônios! Mas Jerias não quis me ouvir. Ele me prendeu e me levou às autoridades. 
				 Elas ficaram furiosas comigo e me deram uma surra. Em seguida, me prenderam na casa de Jônatas, escrivão do rei. Essa casa tinha sido transformada em prisão. 
				 Aí me puseram numa cela cavada na terra, e eu fiquei ali muito tempo. 
				 Depois, o rei Zedequias mandou me buscar. Quando cheguei ao palácio, ele me perguntou em segredo: —Jeremias, você recebeu alguma mensagem de Deus, o SENHOR? —Sim! Recebi! O senhor, ó rei, será entregue nas mãos do rei da Babilônia. 
				 Então aproveitei para perguntar a Zedequias: —Qual foi o crime que cometi contra o senhor, ó rei, ou contra as autoridades, ou contra este povo, para que me pusessem na cadeia? 
				 Onde estão os seus profetas que lhe diziam que o rei da Babilônia não ia atacar nem o senhor nem este país? 
				 Portanto, ó rei, meu senhor, agora peço que faça o que vou pedir. Por favor, não me mande de volta para a casa do seu escrivão Jônatas, pois, se eu voltar, vou acabar morrendo ali. 
				 Então o rei Zedequias ordenou que me pusessem no pátio da guarda. Todos os dias me davam um pão de padaria, até que acabou todo o pão que havia na cidade. E assim fiquei no pátio da guarda. 
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