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	<description>2 Crônicas capítulo 25</description>
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		<title>2 Crônicas capítulo 25</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:32:30 +0000</pubDate>
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				 Amazias tinha vinte e cinco anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou vinte e nove anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jeoadã e era da cidade de Jerusalém. 
				 Amazias fez o que é agradável a Deus, o SENHOR, mas não foi sincero. 
				 Logo que se firmou no poder, ele mandou matar os oficiais que haviam assassinado o seu pai, o rei. 
				 No entanto, não mandou matar os filhos deles, mas seguiu o que o SENHOR havia ordenado na Lei de Moisés: “Os pais não serão mortos por causa de crimes cometidos pelos filhos, nem os filhos, por causa de crimes cometidos pelos pais; uma pessoa será morta somente como castigo pelo crime que ela mesma cometeu. ” 
				 Amazias mandou chamar todos os homens que tinham vinte anos de idade para cima das tribos de Judá e de Benjamim. Ele os organizou em grupos de mil e de cem, segundo as famílias a que pertenciam, e os pôs debaixo do comando de oficiais. Eram trezentos mil homens; todos eram soldados corajosos e experientes, armados com lanças e escudos. 
				 Além destes, Amazias contratou cem mil soldados de Israel por uns três mil e quatrocentos quilos de prata. 
				 Mas um profeta foi falar com Amazias e disse: —Ó rei, não leve esses soldados, pois o SENHOR Deus não está com esses homens do Reino do Norte. 
				 Mas, se o senhor achar que com eles o seu exército ficará mais forte, então Deus fará com que o senhor seja vencido pelos inimigos, pois ele tem poder para dar a vitória ou a derrota. 
				 Amazias perguntou: —Mas o que vai acontecer com toda aquela prata que paguei para que os soldados de Israel lutassem do meu lado? O profeta respondeu: —O SENHOR Deus pode lhe dar muito mais do que isso! 
				 Então Amazias mandou os soldados do Reino do Norte de volta para casa. E eles foram embora, furiosos com o povo de Judá. 
				 Amazias tomou coragem e foi com o seu exército até o vale do Sal, onde matou dez mil edomitas. 
				 Outros dez mil foram presos pelos soldados de Amazias e levados até o alto de um rochedo; dali eles foram jogados e morreram esmigalhados lá em baixo. 
				 Enquanto isso, os soldados israelitas que Amazias tinha mandado embora atacaram as cidades de Judá que ficavam entre Samaria e Bete-Horom; mataram três mil pessoas e levaram consigo muitas coisas. 
				 Depois de ter derrotado os edomitas, Amazias voltou para Jerusalém, trazendo consigo os ídolos deles. Ele fez desses ídolos os seus próprios deuses, e os adorou, e queimou incenso a eles. 
				 O SENHOR Deus ficou irado com Amazias e enviou um profeta, que lhe disse o seguinte: —Por que o senhor está adorando esses deuses estrangeiros que não puderam salvar o povo deles das mãos do senhor? 
				 Mas o rei o interrompeu, dizendo: —Desde quando eu coloquei você como meu conselheiro? Cale a boca! Se não, vou mandar matá-lo. O profeta se calou, mas antes disse: —Eu sei que Deus decidiu destruí-lo, pois o senhor fez tudo isso e não deu atenção ao meu conselho. 
				 Depois de consultar os seus conselheiros, o rei Amazias mandou mensageiros ao rei de Israel, Jeoás, que era filho de Jeoacaz e neto de Jeú, desafiando-o para uma batalha. 
				 Mas o rei Jeoás respondeu assim: —Uma vez um espinheiro dos montes Líbanos mandou a seguinte mensagem para um cedro: “Dê a sua filha em casamento para o meu filho. ” Mas um animal selvagem passou por ali e pisou em cima do espinheiro. 
				 De fato, você, Amazias, venceu os edomitas e por isso está todo orgulhoso. Alegre-se com a sua fama e fique em casa. Para que arranjar um problema que trará somente a desgraça para você e para o seu povo? 
				 Mas Amazias não quis atendê-lo, pois era da vontade de Deus que Amazias e o seu povo fossem presos pelos seus inimigos por terem adorado os deuses dos edomitas. 
				 Então o rei Jeoás saiu com os seus soldados e lutou contra Amazias em Bete-Semes, na região de Judá. 
				 O exército de Amazias foi derrotado, e todos os seus soldados fugiram para casa. 
				 Jeoás prendeu Amazias em Bete-Semes e o levou para Jerusalém, onde derrubou as muralhas da cidade desde o Portão de Efraim até o Portão da Esquina, um trecho de mais ou menos duzentos metros. 
				 Ele pegou toda a prata e todo o ouro que achou, pegou todos os objetos do Templo que estavam sendo guardados pelos descendentes de Obede-Edom e todos os tesouros do palácio e também levou reféns. E voltou para Samaria. 
				 O rei Amazias, de Judá, viveu quinze anos depois da morte do rei de Israel, Jeoás, filho de Jeoacaz. 
				 Todas as outras coisas que Amazias fez, desde o começo até o fim do seu reinado, estão escritas na História dos Reis de Judá e de Israel. 
				 Depois que Amazias se revoltou contra Deus, o SENHOR, houve uma conspiração em Jerusalém para matá-lo, e por isso ele fugiu para a cidade de Laquis; mas os seus inimigos o seguiram até lá e o mataram. 
				 O seu corpo foi levado de volta para Jerusalém num cavalo e foi sepultado nos túmulos dos reis, na Cidade de Davi. 
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