14
À corrupção clamo: Tu és meu pai; e aos vermes: Vós sois minha mãe e minha irmã.
15
Onde, pois, estaria agora a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver?
16
As barras da sepultura descerão quando juntamente no pó teremos descanso.