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		<title>Lucas capítulo 15</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:48:53 +0000</pubDate>
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				E CHEGAVAM-SE a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir. 
				E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles. 
				E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: 
				Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la? 
				E achando-a, a põe sobre os seus ombros, gostoso; 
				E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. 
				Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. 
				Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar? 
				E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. 
				Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. 
				E disse: Um certo homem tinha dois filhos; 
				E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. 
				E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. 
				E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. 
				E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. 
				E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. 
				E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! 
				Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti; 
				Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros. 
				E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. 
				E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. 
				Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés; 
				E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; 
				Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se. 
				E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. 
				E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. 
				E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. 
				Mas ele se indignou, e não queria entrar. 
				E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos; 
				Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. 
				E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; 
				Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se. 
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