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		<title>Jó capítulo 34</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:40:22 +0000</pubDate>
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				RESPONDEU mais Eliú, dizendo: 
				Ouvi, vós, sábios, as minhas razões; e vós, entendidos, inclinai os ouvidos para mim. 
				Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar experimenta a comida. 
				O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom. 
				Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito. 
				Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão. 
				Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água? 
				E caminha em companhia dos que praticam a iniqüidade, e anda com homens ímpios? 
				Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus. 
				Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade! 
				Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho. 
				Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo. 
				Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo? 
				Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego, 
				Toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó. 
				Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha palavra. 
				Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso? 
				Ou dir-se-á a um rei: Oh! vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios? 
				Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos. 
				Eles num momento morrem; e até à meia noite os povos são perturbados, e passam, e os poderosos serão tomados não por mão humana. 
				Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos. 
				Não há trevas nem sombra de morte, onde se escondam os que praticam a iniqüidade. 
				Porque Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele. 
				Quebranta aos fortes, sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar. 
				Ele conhece, pois, as suas obras; de noite os transtorna, e ficam moídos. 
				Ele os bate como ímpios que são, à vista dos espectadores; 
				Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos, 
				De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos. 
				Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só, 
				Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo. 
				Na verdade, quem a Deus disse: Suportei castigo, não ofenderei mais. 
				O que não vejo, ensina-me tu; se fiz alguma maldade, nunca mais a hei de fazer? 
				Virá de ti como há de ser a recompensa, para que tu a rejeites? Faze tu, pois, e não eu, a escolha; fala logo o que sabes. 
				Os homens de entendimento dirão comigo, e o homem sábio que me ouvir: 
				Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência. 
				Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos. 
				Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras. 
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