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		<title>Jó capítulo 31</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:46:52 +0000</pubDate>
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				FIZ aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem? 
				Que porção teria eu do Deus lá de cima, ou que herança do Todo-Poderoso desde as alturas? 
				Porventura não é a perdição para o perverso, o desastre para os que praticam iniqüidade? 
				Ou não vê ele os meus caminhos, e não conta todos os meus passos? 
				Se andei com falsidade, e se o meu pé se apressou para o engano 
				(Pese-me em balanças fiéis, e saberá Deus a minha sinceridade), 
				Se os meus passos se desviaram do caminho, e se o meu coração segue os meus olhos, e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa, 
				Então semeie eu e outro coma, e seja a minha descendência arrancada até à raiz. 
				Se o meu coração se deixou seduzir por uma mulher, ou se eu armei traições à porta do meu próximo, 
				Então moa minha mulher para outro, e outros se encurvem sobre ela, 
				Porque é uma infâmia, e é delito pertencente aos juízes. 
				Porque é fogo que consome até à perdição, e desarraigaria toda a minha renda. 
				Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 
				Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 
				Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre? 
				Se retive o que os pobres desejavam, ou fiz desfalecer os olhos da viúva, 
				Ou se, sozinho comi o meu bocado, e o órfão não comeu dele 
				(Porque desde a minha mocidade cresceu comigo como com seu pai, e fui o guia da viúva desde o ventre de minha mãe), 
				Se alguém vi perecer por falta de roupa, e ao necessitado por não ter coberta, 
				Se os seus lombos não me abençoaram, se ele não se aquentava com as peles dos meus cordeiros, 
				Se eu levantei a minha mão contra o órfão, porquanto na porta via a minha ajuda, 
				Então caia do ombro a minha espádua, e separe-se o meu braço do osso. 
				Porque o castigo de Deus era para mim um assombro, e eu não podia suportar a sua grandeza. 
				Se no ouro pus a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança; 
				Se me alegrei de que era muita a minha riqueza, e de que a minha mão tinha alcançado muito; 
				Se olhei para o sol, quando resplandecia, ou para a lua, caminhando gloriosa, 
				E o meu coração se deixou enganar em oculto, e a minha boca beijou a minha mão, 
				Também isto seria delito à punição de juízes; pois assim negaria a Deus que está lá em cima. 
				Se me alegrei da desgraça do que me tem ódio, e se exultei quando o mal o atingiu 
				(Também não deixei pecar a minha boca, desejando a sua morte com maldição); 
				Se a gente da minha tenda não disse: Ah! quem nos dará da sua carne? Nunca nos fartaríamos dela. 
				O estrangeiro não passava a noite na rua; as minhas portas abria ao viandante. 
				Se, como Adão, encobri as minhas transgressões, ocultando o meu delito no meu seio; 
				Porque eu temia a grande multidão, e o desprezo das famílias me apavorava, e eu me calei, e não saí da porta; 
				Ah! quem me dera um que me ouvisse! Eis que o meu desejo é que o Todo-Poderoso me responda, e que o meu adversário escreva um livro. 
				Por certo que o levaria sobre o meu ombro, sobre mim o ataria por coroa. 
				O número dos meus passos lhe mostraria; como príncipe me chegaria a ele. 
				Se a minha terra clamar contra mim, e se os seus sulcos juntamente chorarem, 
				Se comi os seus frutos sem dinheiro, e sufoquei a alma dos seus donos, 
				Por trigo me produza cardos, e por cevada joio. Acabaram-se as palavras de Jó. 
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