Ó Deus, tu és o meu Deus, continuo à tua procura. Minha alma está sedenta de ti. Minha carne enfraqueceu [ de anseio ] por ti numa terra árida e esgotada, onde não há água.
“Os atribulados e os pobres estão procurando água, mas não há nenhuma. Por causa da sede ressecou-se a própria língua deles. Eu mesmo, Jeová, lhes responderei. Eu, o Deus de Israel, não os abandonarei.
Não terão fome, nem terão sede, nem se abaterá sobre eles o calor abrasador ou o sol. Porque Aquele que se apiada deles os guiará e os conduzirá junto às fontes de água.
Portanto, assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que os meus próprios servos comerão, mas vós passareis fome. Eis que os meus próprios servos beberão, mas vós passareis sede. Eis que os meus próprios servos se alegrarão, mas vós passareis vergonha.
Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna. ”
Não olheis para mim, porque sou trigueira, pois o sol me avistou. Os filhos de minha própria mãe zangaram-se comigo; designaram-me guardiã dos vinhedos, [ embora ] eu não guardasse o meu vinhedo, aquele que era meu.
então Jeová criará certamente, sobre todo lugar estabelecido do Monte Sião e sobre seu lugar de congresso, uma nuvem, de dia, e fumaça e o clarão de um fogo chamejante, de noite; porque por cima de toda a glória haverá um abrigo.
Pois tornaste-te um baluarte para o de condição humilde, um baluarte para o pobre na aflição que tem, um refúgio contra o temporal, uma sombra contra o calor, quando o sopro dos tirânicos é como o temporal contra o muro.
E cada um [ deles ] terá de mostrar ser como abrigo contra o vento e como esconderijo contra o temporal, como correntes de água numa terra árida, como a sombra dum pesado rochedo numa terra esgotada.
E sucedeu que, assim que raiou o sol, Deus providenciou também um vento oriental abrasador e o sol se abatia sobre a cabeça de Jonas, de modo que desmaiava; e ele pedia que sua alma morresse e dizia repetidas vezes: “É melhor eu morrer do que ficar vivo. ”
Contudo, ele não tem raiz em si mesmo, mas continua por algum tempo, e depois de ter surgido tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo tropeça.
Pois o sol se levanta com o seu calor ardente e murcha a vegetação, e a flor dela cai e a beleza da sua aparência externa perece. Assim se desvanecerá também o rico no seu modo de vida.