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Ademais, fora-lhe divinamente revelado, pelo espírito santo, que não veria a morte antes de ter visto o Cristo de Jeová.
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Assim, sob o poder do espírito, ele veio ao templo; e quando os pais trouxeram para dentro o menino Jesus, a fim de fazerem para ele segundo a prática costumeira da lei,
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foi ele mesmo quem o recebeu nos braços e bendisse a Deus, e disse:
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“Agora, Soberano Senhor, deixas o teu escravo ir livre em paz, segundo a tua declaração;
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porque os meus olhos viram o teu meio de salvar,
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que aprontaste à vista de todos os povos,
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uma luz para remover das nações o véu e uma glória para o teu povo Israel. ”
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E o pai e a mãe [ do menino ] admiravam-se das coisas que se falavam dele.
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Simeão os abençoou também, mas disse a Maria, a mãe [ do menino ]: “Eis que este é posto para a queda e para o novo levantamento de muitos em Israel, e para sinal contra que se fale
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( sim, uma longa espada traspassará a tua própria alma ), a fim de que sejam desvendados os raciocínios de muitos corações. ”
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Havia também Ana, uma profetisa, filha de Fanuel, da tribo de Aser ( esta mulher estava bem avançada em anos e tinha vivido com um marido por sete anos, desde a sua virgindade,
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e ela era viúva, já com oitenta e quatro anos de idade ), que nunca estava ausente do templo, prestando noite e dia serviço sagrado, com jejuns e súplicas.
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E ela se aproximou naquela mesma hora e começou a dar graças a Deus e a falar sobre [ a criança ] a todos os que aguardavam o livramento de Jerusalém.