Enviou então mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, que está junto ao Rio da terra dos filhos do seu povo, a fim de chamá-lo, dizendo: “Eis que um povo saiu do Egito. Eis que cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim.
6
E agora vem deveras, por favor; amaldiçoa-me deveras este povo, pois são mais fortes do que eu. Talvez eu possa golpeá-los e expulsá-los do país; porque bem sei que aquele a quem abençoas é abençoado e aquele a quem amaldiçoas é amaldiçoado. ”
7
Portanto, os anciãos de Moabe e os anciãos de Midiã viajaram com os honorários pela adivinhação nas suas mãos e foram ter com Balaão, e falaram-lhe as palavras de Balaque.
Quando Balaão pôde ver que era bom aos olhos de Jeová abençoar Israel, não se afastou como das outras vezes para encontrar quaisquer presságios de azar, mas pôs a sua face para o ermo.
E mataram os reis de Midiã junto com os que foram mortos, a saber, Evi e Requém, e Zur, e Hur, e Reba, os cinco reis de Midiã; e mataram Balaão, filho de Beor, com a espada.
Ai deles, porque foram pela vereda de Caim e se arremeteram no proceder errôneo de Balaão, para uma recompensa, e pereceram na conversa rebelde de Corá!
“‘Não obstante, tenho algumas coisas contra ti, que tens aí os que se apegam ao ensino de Balaão, o qual foi ensinar a Balaque a pôr uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel, para que comessem de coisas sacrificadas a ídolos e cometessem fornicação.
E a fera foi apanhada, e junto com ela o falso profeta, que realizava na frente dela os sinais com que desencaminhava os que tinham recebido a marca da fera e os que prestavam adoração à sua imagem. Ambos, ainda vivos, foram lançados no lago ardente que queima com enxofre.