“‘Maldito aquele que desvirtuar o julgamento dum residente forasteiro, dum menino órfão de pai e duma viúva. ’ ( E todo o povo terá de dizer: ‘Amém! ’ )
Não deves acompanhar a multidão para maus objetivos; e não deves testificar a respeito duma controvérsia de modo a te desviares com a multidão, para perverter a justiça.
“‘Não deveis fazer injustiça no julgamento. Não deves tratar com parcialidade ao de condição humilde e não deves dar preferência à pessoa do grande. Com justiça deves julgar o teu colega.
Eis-me aqui. Respondei contra mim diante de Jeová e diante de seu ungido: O touro de quem tomei, ou o jumento de quem tomei, ou a quem defraudei, ou a quem esmaguei, ou da mão de quem aceitei peita para ocultar com ela meus olhos? E eu vos farei restituição. ”
Teus príncipes são obstinados e parceiros de ladrões. Cada um deles ama o suborno e corre atrás de presentes. Não fazem julgamento para o menino órfão de pai; e nem mesmo a causa da viúva chega perante eles.
“Há um que anda em contínua justiça e fala o que é reto, que rejeita o lucro injusto procedente de fraudes, que sacode a sua mão para se livrar de segurar um suborno, que tapa seu ouvido para não escutar [ falar ] de derramamento de sangue e que fecha seus olhos para não ver o que é mau.
Engordaram; ficaram reluzentes. Transbordaram também com coisas más. Não pleitearam nenhuma causa jurídica, nem mesmo a causa jurídica do menino órfão de pai, para serem bem sucedidos; e não tomaram conta do julgamento dos pobres. ’”
Em ti aceitaram suborno com o fim de derramar sangue. Cobraste juros e usura, e continuas a lucrar violentamente dos teus companheiros com defraudação, e a mim me esqueceste’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.
[ Suas ] mãos estão sobre o que é mau, para [ o ] fazer bem; o príncipe pede [ algo ] e aquele que julga [ o faz ] pela recompensa, e o grande profere a avidez da sua alma, da sua própria; e eles urdem a trama.
Seus príncipes no meio dela eram leões bramidores. Seus juízes eram lobos da noitinha que não roíam [ ossos ] até à manhã.
4
Seus profetas eram insolentes, homens de traição. Os próprios sacerdotes dela profanavam o que era santo; faziam violência à lei.
5
Jeová era justo no meio dela; não fazia injustiça. Manhã após manhã ele dava a sua própria decisão judicial. De dia não se mostrava carente. Mas o injusto não conhecia vergonha.
Mas Paulo disse-lhes: “Chibatearam-nos publicamente sem condenação, a homens que são romanos, e lançaram-nos na prisão; e agora nos lançam fora secretamente? Não, deveras, mas que venham eles mesmos e nos levem para fora. ”
Paulo disse-lhe então: “Deus te baterá, parede caiada. Assentas-te tu ao mesmo tempo para me julgar segundo a Lei, e, transgredindo a Lei, mandas que me batam? ”
“E prossegui, mandando aos vossos juízes naquele tempo específico, dizendo: ‘Quando houver uma audiência entre os vossos irmãos, tendes de julgar com justiça entre o homem e seu irmão ou seu residente forasteiro.
Não deveis ser parciais no julgamento. Deveis ouvir o pequeno do mesmo modo como o grande. Não deveis ficar amedrontados por causa dum homem, pois o julgamento pertence a Deus; e o caso que for difícil demais para vós deveis apresentar a mim, e eu terei de ouvi-lo. ’
Pois, Jeová, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e atemorizante, que não trata a ninguém com parcialidade, nem aceita suborno,