“Eis que está chegando o próprio dia de Jeová, cruel, tanto com fúria como com ira ardente, para fazer da terra um assombro e para aniquilar nela os pecadores [ da terra ].
Pois as próprias estrelas dos céus e suas constelações de Quesil não deixarão brilhar a sua luz; o sol realmente escurecerá na sua saída e a própria lua não deixará resplandecer a sua luz.
E todos os do exército dos céus terão de apodrecer. E os céus terão de ser enrolados, como o rolo dum livro; e todo o seu exército terá de engelhar-se, assim como se engelha a folhagem [ caindo ] da videira e como [ o figo ] engelhado da figueira.
“Imediatamente depois da tribulação daqueles dias, o sol ficará escurecido, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e os poderes dos céus serão abalados.
“Também, haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da [ sua ] agitação,
“Está próximo o grande dia de Jeová. Está próximo e se apressa muitíssimo. O ruído do dia de Jeová é amargo. Ali o poderoso deixa escapar um grito.
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Este dia é dia de fúria, dia de aflição e de angústia, dia de tempestade e de desolação, dia de escuridão e de trevas, dia de nuvens e de densas trevas,
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dia de buzina e de sinal de alarme, contra as cidades fortificadas e contra as altas torres de ângulo.
“Pois, eis que vem o dia que arde como fornalha, e todos os presunçosos e todos os que praticam a iniqüidade terão de tornar-se como restolho. E o dia que virá certamente os devorará”, disse Jeová dos exércitos, “de modo que não lhes deixará nem raiz nem galho.