Jeová pensou em arruinar a muralha da filha de Sião. Estendeu o cordel de medir. Não fez a sua mão recuar do tragar. E ele faz prantear a escarpa e a muralha. Juntamente se desfizeram.
E eu prossegui, agindo em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações entre as quais estavam, porque eu me dera a conhecer a eles perante os seus olhos, fazendo-os sair da terra do Egito.
E retirei a minha mão e fui agir em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações, diante de cujos olhos eu os fizera sair.
Por que deviam as nações dizer: “Onde está o Deus deles? ” Saiba-se entre as nações, diante de nossos olhos, a vingança do sangue dos teus servos que se derramou.
Ainda que os nossos próprios erros testifiquem contra nós, ó Jeová, age por causa do teu nome; pois, tornaram-se muitos os nossos atos de infidelidade; é contra ti que pecamos.
E agora, ó nosso Deus, escuta a oração de teu servo e os seus rogos, e faze a tua face brilhar sobre o teu santuário que está desolado, pela causa de Jeová.
Ó Jeová, ouve deveras. Ó Jeová, perdoa deveras. Ó Jeová, presta deveras atenção e age. Não tardes, por tua própria causa, ó meu Deus, pois o teu próprio nome foi invocado sobre a tua cidade e sobre o teu povo. ”