E eu vou voltar a minha atenção para Bel em Babilônia e vou fazer sair da sua boca aquilo que engoliu. E não mais afluirão a ele nações. Também a própria muralha de Babilônia terá de cair.
Lançai um grito de guerra contra ela em todos os lados. Ela deu a sua mão. Suas colunas caíram. Suas muralhas foram derrubadas. Porque é a vingança de Jeová. Vingai-vos dela. Fazei-lhe assim como ela fez.
“Os poderosos de Babilônia deixaram de lutar. Ficaram sentados nas praças fortes. Sua potência secou-se. Tornaram-se [ como ] mulheres. As residências dela foram incendiadas. Suas trancas foram quebradas.
Assim disse Jeová ao seu ungido, a Ciro, cuja direita tomei para sujeitar diante dele nações, a fim de eu descingir até mesmo os quadris de reis; para abrir diante dele as portas duplas, de modo que nem mesmo os portões se fecharão:
“Teríamos curado a Babilônia, mas ela não foi curada. Deixai-a, e vamos cada um para a sua própria terra. Porque o julgamento dela atingiu até os céus e foi elevado até o céu nublado.
E terás de dizer: ‘Assim afundará Babilônia e nunca mais se levantará por causa da calamidade que trago sobre ela; e eles certamente se cansarão. ’” Até aqui são as palavras de Jeremias.
A menos que o próprio Jeová construa a casa, é fútil que seus construtores trabalhem arduamente nela. A menos que o próprio Jeová guarde a cidade, é fútil que o guarda se mantenha alerta.