4
Finalmente, aconteceu no nono ano de ele ser rei, no décimo mês, no dia décimo do mês, que chegou Nabucodorosor, rei de Babilônia, ele e toda a sua força militar, contra Jerusalém, e começaram a acampar-se contra ela e a construir contra ela um muro de sítio ao redor.
5
De modo que a cidade veio a estar sob sítio até o décimo primeiro ano do Rei Zedequias.
6
No quarto mês, no nono dia do mês, a fome ficou então severa na cidade e não se mostrava haver pão para o povo da terra.
7
Por fim se abriu uma brecha na cidade; e no que se refere a todos os homens de guerra, começaram a fugir e a sair da cidade à noite pelo caminho do portão entre a muralha dupla que há junto ao jardim do rei, enquanto os caldeus estavam em toda a volta contra a cidade; e seguiram pelo caminho do Arabá.
8
E a força militar dos caldeus foi no encalço do rei, e chegaram a alcançar Zedequias nas planícies desérticas de Jericó; e toda a sua própria força militar foi espalhada do seu lado.
9
Pegaram então o rei e trouxeram-no para cima ao rei de Babilônia, em Ribla, na terra de Hamate, para que pronunciasse sobre ele decisões judiciais.
10
E o rei de Babilônia passou a abater os filhos de Zedequias diante dos seus olhos, e também a todos os príncipes de Judá ele abateu em Ribla.
11
E ele cegou os olhos de Zedequias, após o que o rei de Babilônia o prendeu com grilhões de cobre e o levou a Babilônia, e o pôs na casa de custódia, até o dia da sua morte.