E certamente farei recair sobre o solo produtivo a [ sua própria ] maldade, e sobre os próprios iníquos o erro deles. E farei realmente cessar o orgulho dos presunçosos e rebaixarei a altivez dos tiranos.
No que se refere a ti, disseste no teu coração: ‘Subirei aos céus. Enaltecerei o meu trono acima das estrelas de Deus e assentar-me-ei no monte de reunião, nas partes mais remotas do norte.
E ele terá de bater com as suas mãos no meio dele, assim como quando o nadador bate [ com elas ] para nadar, e terá de rebaixar a sua altivez com os movimentos intricados das suas mãos.
Desce e senta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia. Senta-te no chão, onde não há trono, ó filha dos caldeus. Pois não mais terás a experiência de pessoas te chamarem de delicada e mimosa.
“Eis que sou contra ti, ó Presunção”, é a pronunciação do Soberano Senhor, Jeová dos exércitos, “pois tem de chegar o teu dia, o tempo em que terei de fixar a atenção em ti.
E a Presunção há de tropeçar e cair, e não terá quem a faça levantar-se. E eu vou acender um fogo nas suas cidades e este terá de devorar todos os seus arredores. ”
“Eis que sou contra ti, ó monte ruinoso”, é a pronunciação de Jeová, “arruinador de toda a terra; e vou estender contra ti a minha mão e rolar-te do rochedo, e fazer de ti um monte queimado”.
“E as pessoas não tomarão de ti nenhuma pedra para [ servir de ] ângulo ou pedra para alicerces, porque te tornarás em baldios desolados por tempo indefinido”, é a pronunciação de Jeová.
E terás de dizer: ‘Assim afundará Babilônia e nunca mais se levantará por causa da calamidade que trago sobre ela; e eles certamente se cansarão. ’” Até aqui são as palavras de Jeremias.
E ele clamou com forte voz, dizendo: “Caiu! Caiu Babilônia, a Grande, e ela se tornou moradia de demônios, e guarida de toda exalação impura, e guarida de toda ave impura e odiada!