“Quem me dera que fosses como um irmão meu, mamando aos peitos de minha mãe! Se te achasse lá fora, eu te beijaria. As pessoas nem mesmo me desprezariam.
Aproximou-se, pois, e beijou-o, e ele pôde cheirar o odor de suas vestes. E passou a abençoá-lo e a dizer: “Vê! O cheiro de meu filho é como o cheiro do campo que Jeová tem abençoado.
Levantou-se assim e foi ter com seu pai. Enquanto ainda estava longe, seu pai o avistou e teve pena, e correu e lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou ternamente.
Puxa-me contigo; corramos. O rei me introduziu nos seus quartos interiores! Jubilemos e nos alegremos em ti. Mencionemos as tuas expressões de afeto mais do que o vinho. Amaram-te merecidamente.
Quão belas são as tuas expressões de afeto, minha irmã, noiva [ minha ]! Quanto melhores são as tuas expressões de afeto do que o vinho, e a fragrância dos teus óleos do que toda sorte de perfume!
Levantemo-nos deveras cedo e vamos aos vinhedos, para que vejamos se a videira floresceu, se a flor se abriu, se as romãzeiras brotaram. Ali te darei as minhas expressões de afeto.
E Jeová dos exércitos há de fazer para todos os povos, neste monte, um banquete de pratos bem azeitados, um banquete de [ vinhos guardados com a ] borra, de pratos bem azeitados, cheios de tutano, de [ vinhos guardados com a ] borra, filtrados.
Eh! todos vós sedentos! Vinde à água. E vós os que não tendes dinheiro! Vinde, comprai e comei. Sim, vinde, comprai vinho e leite mesmo sem dinheiro e sem preço.
Por que continuais a pagar dinheiro por aquilo que não é pão e por que é a vossa labuta por aquilo que não resulta em saciedade? Escutai-me atentamente e comei o que é bom, e deleite-se a vossa alma com a própria gordura.
Ao continuarem a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o, e, dando-o aos discípulos, disse: “Tomai, comei. Isto significa meu corpo. ”