Ela lhe disse então: “Como te atreves a dizer: ‘Eu te amo’, quando teu coração não está comigo? Zombaste de mim estas três vezes e não me declaraste em que consiste teu grande poder. ”
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E sucedeu que, assediando-o ela todo o tempo com as suas palavras e instando com ele, a alma dele ficou impaciente até à morte.
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Por fim lhe expôs todo o seu coração e lhe disse: “Nunca veio navalha sobre a minha cabeça, por ser eu nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe. Se eu fosse rapado, então certamente se retiraria de mim o meu poder, e eu ficaria deveras fraco e me tornaria igual a todos os demais homens. ”
Mas ele se negou a isso e disse: “Não vou comer. ” Contudo, seus servos e também a mulher continuaram a instar com ele. Por fim, obedeceu à voz deles e se levantou da terra e se sentou no leito.
E sucedeu, certo dia, que Eliseu estava passando para Suném, onde havia uma mulher de destaque, e ela começou a constrangê-lo a comer pão. E aconteceu que, quantas vezes ele passasse, desviava-se para ali comer pão.
Mas eles exerceram pressão sobre ele, dizendo: “Fica conosco, porque já está anoitecendo e o dia já está declinando. ” Em vista disso, entrou para ficar com eles.
Então, quando ela e sua família foram batizadas, disse, suplicando: “Se vós me julgastes fiel a Jeová, entrai na minha casa e ficai. ” E ela simplesmente nos fez ir.