Which having no guide, overseer, or ruler,
Jó 38:39-41
39
Acaso podes caçar a presa para o próprio leão e podes satisfazer o vivo apetite dos leões novos,
40
Quando se agacham nos esconderijos [ ou ] estão deitados na guarida para uma emboscada?
41
Quem prepara para o corvo o seu alimento quando seus próprios filhotes clamam a Deus por ajuda, vagueando por não haver nada para comer?
Jó 39:1-12
1
“Ficaste conhecendo o tempo fixo de parirem as cabras-montesas do rochedo? Observas tu exatamente quando é que as corças têm cria com dores?
2
Contas tu os meses lunares que cumprem ou vieste saber o tempo fixo de parirem?
3
Dobram-se para ter suas crias, livrando-se das suas dores cruciantes.
4
Seus filhotes se tornam robustos, crescem no campo aberto; deveras saem e não retornam a elas.
5
Quem pôs em liberdade a zebra, e quem soltou as próprias ligaduras do jumento selvagem,
6
Ao qual designei por casa a planície desértica e por sua moradia a terra salgada?
7
Ri-se do tumulto da vila; não ouve os ruídos do batedor.
8
Explora os montes pelo seu pasto e busca toda sorte de planta verde.
9
Acaso quererá servir-te o touro selvagem, ou pernoitará ele junto à tua manjedoura?
10
Acaso atarás o touro selvagem ao sulco, com as suas cordas, ou gradará ele as baixadas atrás de ti?
11
Confiarás nele por ser abundante em poder e deixarás para ele a tua labuta?
12
Acaso te fiarás nele, que te traga de volta a tua semente e que ajunte à tua eira?
Jó 39:26-30
26
É devido à tua compreensão que esvoaça o falcão, que ele estende suas asas ao vento sulino?
27
Ou é às tuas ordens que a águia voa para cima e que constrói o seu ninho no alto,
28
Que ela reside num rochedo e passa a noite no pico dum rochedo e num lugar inacessível?
29
De lá tem de ir em busca de alimento; seus olhos olham para longe.
30
E seus próprios filhotes sorvem sangue; e onde há os que foram mortos, ali está ela. ”
Jó 41:4-34
4
Concluirá contigo um pacto para que o tomes como escravo por tempo indefinido?
5
Divertir-te-ás com ele como se fosse um pássaro, ou o atarás para as tuas moças?
6
Acaso o regatearão sócios? Acaso o dividirão entre os comerciantes?
7
Porventura encherás a sua pele de arpões ou a sua cabeça de chuços de pesca?
8
Põe tua mão sobre ele. Lembra-te da batalha. Não o faças de novo.
9
Eis que certamente ficará desapontada a expectativa que se tem dele. Também se é arremessado para baixo à mera vista dele.
10
Ninguém é tão audaz que o incite. E quem é que se pode manter firme diante de mim?
11
Quem me deu primeiro alguma coisa, que eu o deva recompensar? Debaixo dos céus inteiros, é meu.
12
Não me calarei sobre as suas partes ou sobre a questão da [ sua ] potência e da graça das suas proporções.
13
Quem expôs a face da sua vestimenta? Quem entrará na sua queixada dupla?
14
Quem abriu as portas da sua face? Seus dentes em redor são aterradores.
15
Leiras de escamas são a sua altivez, fechadas como que por um selo apertado.
16
Uma se ajusta bem à outra, e nem mesmo o ar pode penetrar entre elas.
17
Cada uma é apegada à outra; agarram-se uma à outra e não podem ser separadas.
18
Seus próprios espirros fazem brilhar a luz e seus olhos são como os raios da alva.
19
Lampejos procedem da sua boca, sim, faíscas de fogo escapam.
20
Das suas narinas sai fumaça, igual a uma fornalha acesa com juncos.
21
A própria alma dele incendeia carvões, e até mesmo uma chama sai da sua boca.
22
No seu pescoço hospeda-se a força, e diante dele pula o desespero.
23
As dobras da sua carne se apegam uma à outra; estão como que fundidas sobre ele, imóveis.
24
Seu coração é fundido como pedra, sim, fundido como a mó inferior.
25
Por ele se levantar, amedrontam-se os fortes; por causa da consternação, ficam confusos.
26
Ao alcançá-lo, a própria espada não se mostra à altura, nem tampouco a lança, o dardo ou a ponta da flecha.
27
Considera o ferro apenas como palha, o cobre apenas como pau podre.
28
Uma flecha não o põe em fuga; as pedras de funda foram transformadas para ele em mero restolho.
29
O cacete foi considerado [ por ele ] como mero restolho, e ri-se do retinir do dardo.
30
Suas partes de baixo são como cacos pontiagudos; estende sobre a lama um instrumento de debulhar.
31
Faz as profundezas ferver como panela; faz o próprio mar igual a um pote de ungüento.
32
Atrás de si faz luzir a senda; considerar-se-ia a água de profundeza como cãs.
33
Sobre o pó não há quem lhe seja igual, alguém feito para não ter terror.
34
Vê tudo o que é alto. É rei sobre todas as feras majestosas. ”