“Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade. ”
Se Deus, pois, embora tendo vontade de demonstrar o seu furor e de dar a conhecer o seu poder, tolerou com muita longanimidade os vasos do furor, feitos próprios para a destruição,
Explorar-vos-ão também em cobiça com palavras simuladas. Mas, quanto a eles, o julgamento, desde a antiguidade, não está avançando vagarosamente e a destruição deles não está cochilando.