“‘Ora, caso uma alma peque por ter ouvido uma maldição pública, e seja testemunha, ou tenha presenciado isso ou veio a sabê-lo, então, se não o relatar, terá de responder pelo seu erro.
“E se uma alma pecar por fazer uma de todas as coisas que Jeová manda que não se façam, embora não o soubesse, ainda assim ele ficou culpado e terá de responder pelo seu erro.
“‘E não deves descobrir a nudez da irmã de tua mãe e da irmã de teu pai, porque é a sua parenta consangüínea que [ a pessoa ] expôs. Devem responder pelo seu erro.
“‘E eles têm de cuidar da sua obrigação para comigo, para que não levem pecado por causa dela e tenham de morrer por ela, tendo-a profanado. Eu sou Jeová que os santifico.
Mas, quando o homem estava limpo e não veio a estar em viagem, e ele negligenciou preparar o sacrifício pascoal, então essa alma tem de ser decepada de seu povo, porque não apresentou a oferta de Jeová no seu tempo designado. Esse homem responderá pelo seu erro.
O rei disse então aos seus servos: ‘Amarrai-lhe as mãos e os pés, e lançai-o na escuridão lá fora. Ali é onde haverá o [ seu ] choro e o ranger de [ seus ] dentes. ’
Na tenda de reunião, fora da cortina que está junto ao Testemunho, Arão e seus filhos pô-lo-ão em ordem diante de Jeová, desde a noitinha até à manhã. É um estatuto por tempo indefinido para as suas gerações, a ser cumprido pelos filhos de Israel.
De modo que não devem mais oferecer os seus sacrifícios aos demônios caprinos com que têm relações imorais. Isto vos servirá de estatuto por tempo indefinido, nas vossas gerações. ”’