O Deus deste povo de Israel escolheu os nossos antepassados e enalteceu o povo durante a sua residência como forasteiros na terra do Egito, e os tirou dela com braço erguido.
Pela fé residia como forasteiro na terra da promessa, como em terra estrangeira, e morava em tendas, com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesmíssima promessa.
E Jeová passou a dizer a Abrão: “Sai da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei;
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e farei de ti uma grande nação e te abençoarei, e hei de engrandecer o teu nome; e mostra-te uma bênção.
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E hei de abençoar os que te abençoarem e amaldiçoarei aquele que invocar o mal sobre ti, e todas as famílias do solo certamente abençoarão a si mesmas por meio de ti. ”
E ele começou a dizer a Abrão: “Sabe com certeza que o teu descendente se tornará residente forasteiro numa terra que não é sua; e eles terão de servir-lhes, e estes certamente os atribularão por quatrocentos anos.
Além disso, Deus falou neste sentido, que seu descendente seria residente forasteiro em terra estrangeira, e que o escravizariam e atribulariam por quatrocentos anos.
Ora, as promessas foram feitas a Abraão e a seu descendente. Não diz: “E a descendentes”, como no caso de muitos, mas como no caso de um só: “E a teu descendente”, que é Cristo.
Outrossim, digo o seguinte: Quanto ao pacto anteriormente validado por Deus, a Lei, que veio à existência quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de modo a abolir a promessa.