Pois, cercaram-me calamidades até ficarem sem conta. Mais erros meus me alcançaram do que pude ver; ficaram mais numerosos do que os cabelos da minha cabeça, e meu próprio coração me abandonou.
E prossegui, dizendo: “Ó meu Deus, sinto-me deveras envergonhado e embaraçado de levantar a minha face a ti, ó meu Deus, porque os nossos próprios erros se multiplicaram sobre a nossa cabeça e a nossa culpa ficou grande, sim, até os céus.
No entanto, se é que for comida alguma carne do seu sacrifício de participação em comum no terceiro dia, quem o apresentou não será aceito com aprovação. Não será contado a favor dele. Tornar-se-á uma coisa imunda, e a alma que comer dele responderá pelo seu erro.
Por causa da desgraça da sua alma, ele verá, ficará satisfeito. Por meio do seu conhecimento, o justo, meu servo, trará uma posição justa a muita gente; e ele mesmo levará os erros deles.
Ele se manteve alerta contra as minhas transgressões. Estão entrelaçadas entre si na sua mão. Subiram ao meu pescoço. Meu poder tropeçou. Jeová me entregou na mão daqueles contra os quais não me posso levantar.
Ele mesmo levou os nossos pecados no seu próprio corpo, no madeiro, a fim de que acabássemos com os pecados e vivêssemos para a justiça. E “pelos seus vergões fostes sarados”.