Jeová é meu rochedo, e minha fortaleza, e Aquele que me põe a salvo. Meu Deus é minha rocha. Nele me refugiarei, meu escudo e meu chifre de salvação, minha altura protetora.
Por que te desesperas, ó minha alma, e por que estás turbulenta no meu íntimo? Espera por Deus, porque eu ainda o elogiarei como a grandiosa salvação da minha pessoa e como o meu Deus.
Ó Deus, tu és o meu Deus, continuo à tua procura. Minha alma está sedenta de ti. Minha carne enfraqueceu [ de anseio ] por ti numa terra árida e esgotada, onde não há água.
E, indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto [ em terra ], orando e dizendo: “Pai meu, se for possível, deixa que este copo se afaste de mim. Contudo, não como eu quero, mas como tu queres. ”
Novamente, pela segunda vez, afastou-se e orou, dizendo: “Pai meu, se não é possível que isto se afaste de mim sem que eu o beba, realize-se a tua vontade. ”
Jesus disse-lhe: “Pára de agarrar-te a mim. Porque ainda não ascendi para junto do Pai. Mas, vai aos meus irmãos e dize-lhes: ‘Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus. ’”