Ai! meus intestinos, meus intestinos! Estou com severas dores nas paredes de meu coração. Meu coração está turbulento dentro de mim. Não posso calar-me, porque a minha alma ouviu o som da buzina, o rebate de guerra.
“É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.
Vê, ó Jeová, pois estou num sério aperto. Meus próprios intestinos estão em fermento. Meu coração se revolveu no meu íntimo, pois fui inteiramente rebelde. Lá fora, a espada está privando de filhos. Dentro de casa é como a morte.
Meus olhos acabaram em puras lágrimas. Meus intestinos estão em fermento. Meu fígado se derramou por terra por causa da derrocada da filha do meu povo, por se debilitarem a criança e o bebê nas praças públicas da vila.