7
Quando eu saía ao portão junto à vila, eu preparava meu assento na praça pública!
8
Os rapazes me viam e se escondiam, e até mesmo os idosos se levantavam, ficavam de pé.
9
Os próprios príncipes reprimiam as palavras e punham a palma da mão sobre a sua boca.
10
A voz dos próprios líderes se escondia, e a própria língua deles se apegava ao céu da sua boca.
11
Pois o próprio ouvido escutava e passava a chamar-me feliz, e o próprio olho via e passava a dar testemunho por mim.
12
Pois eu salvava ao atribulado que clamava por ajuda, e ao menino órfão de pai e a qualquer que não tinha ajudador.
13
A bênção daquele prestes a perecer vinha sobre mim. E eu alegrava o coração da viúva.
14
Vestia-me de justiça e ela me revestia. Meu juízo era como uma túnica sem mangas — e um turbante.