Quem me dera que eu tivesse alguém para escutar-me, que o próprio Todo-poderoso me respondesse segundo a minha assinatura! Ou que a pessoa em litígio comigo tivesse escrito um documento!
“Vinde, pois, e resolvamos as questões entre nós”, diz Jeová. “Embora os vossos pecados se mostrem como escarlate, serão tornados brancos como a neve; embora sejam vermelhos como pano carmesim, tornar-se-ão como a lã.
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Se quiserdes e deveras escutardes, comereis o bom da terra.
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Mas, se vos negardes e realmente fordes rebeldes, sereis consumidos pela espada; pois a própria boca de Jeová falou [ isto ]. ”
Tu és justo, ó Jeová, quando faço a minha queixa a ti, deveras, mesmo quando falo contigo sobre assuntos de julgamento. Por que é que o caminho dos iníquos é bem sucedido, que todos os traiçoeiros são os despreocupados?
Ouvi, ó montes, a causa jurídica de Jeová, também vós, objetos duráveis, alicerces da terra; porque Jeová tem uma causa jurídica com o seu povo, e é com Israel que ele argumentará: