Quando Sambalá, o horonita, e Tobias, o servo, amonita, chegaram a ouvir [ isso ], então lhes pareceu algo muito mau, que tivesse chegado um homem para procurar algo de bom para os filhos de Israel.
Ora, ouvindo isso Sambalá, o horonita, e Tobias, o servo, amonita, e Gesém, o árabe, começaram a caçoar de nós e a olhar com desprezo para nós, e passaram a dizer: “Que coisa é esta que estais fazendo? É contra o rei que vos estais rebelando? ”
Sucedeu então que, assim que Sambalá, e Tobias, e os árabes, e os amonitas, e os asdoditas ouviram que o conserto das muralhas de Jerusalém tinha progredido, porque as brechas principiaram a ficar tapadas, eles ficaram muito irados.
Assim, continuamos a construir a muralha e a muralha inteira ficou ligada até à metade da sua [ altura ], e o povo continuou a ter coração para trabalhar.
Sucedeu então que, assim que Sambalá, e Tobias, e os árabes, e os amonitas, e os asdoditas ouviram que o conserto das muralhas de Jerusalém tinha progredido, porque as brechas principiaram a ficar tapadas, eles ficaram muito irados.
E deves saber e ter a perspicácia [ de que ] desde a saída da palavra para se restaurar e reconstruir Jerusalém até [ o ] Messias, [ o ] Líder, haverá sete semanas, também sessenta e duas semanas. Ela tornará [ a ser ] e será realmente reconstruída, com praça pública e fosso, mas no aperto dos tempos.
E Eliasibe, o sumo sacerdote, e seus irmãos, os sacerdotes, passaram a levantar-se e a construir o Portão das Ovelhas. Eles mesmos o santificaram e lhe colocaram as portas; e santificaram-no até a Torre de Meá, até a Torre de Hananel.
E o Portão da [ Cidade ] Antiga foi reparado por Joiada, filho de Paséia, e por Mesulão, filho de Besodéias; e eles mesmos o madeiraram e então lhe colocaram as portas, e os ferrolhos, e as trancas.