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E saiu fogo da parte de Jeová e passou a consumir os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam incenso.
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Jeová falou então a Moisés, dizendo:
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“Dize a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que retire os porta-lumes do meio da conflagração: ‘E espalha o fogo por lá; porque são sagrados,
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sim, os porta-lumes destes homens que pecaram contra as suas próprias almas. E têm de se fazer deles lâminas finas de metal como revestimento para o altar, porque os apresentaram perante Jeová, de modo que se tornaram sagrados; e devem servir de sinal para os filhos de Israel. ’”
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Concordemente, Eleazar, o sacerdote, tomou os porta-lumes de cobre, apresentados por aqueles que foram queimados, e passaram a achatá-los, batendo-os num revestimento para o altar
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como recordação para os filhos de Israel, com o fim de que nenhum homem estranho, que não fosse da descendência de Arão, se chegasse para fazer fumegar incenso perante Jeová e ninguém se tornasse igual a Corá e sua assembléia, assim como Jeová lhe falara por meio de Moisés.