No seiscentésimo ano da vida de Noé, no segundo mês, no dia dezessete do mês, neste dia romperam-se todos os mananciais da vasta água de profundeza e abriram-se as comportas dos céus.
Quando me lançaste nas profundezas, no coração do alto-mar, então me cercou um verdadeiro rio. Todas as tuas ondas de rebentação e tuas vagas — sobre mim é que passaram.
Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: ‘Vai! ’ e ele vai, e a outro: ‘Vem! ’ e ele vem, e ao meu escravo: ‘Faze isto! ’ e ele o faz. ”