A isso disseram-lhe: “Tivemos um sonho, e não há conosco intérprete. ” José disse-lhes então: “Não pertencem a Deus as interpretações? Relatai-mo, por favor. ”
E sucedeu, de manhã, que o seu espírito ficou agitado. De modo que mandou chamar todos os sacerdotes-magos do Egito e todos os seus sábios, e Faraó foi relatar-lhes os seus sonhos. Mas não havia quem os interpretasse a Faraó.
E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e seu espírito começou a ficar agitado e até seu sono se tornou algo além dele.
2
Portanto, o rei disse que se chamassem os sacerdotes-magos, e os conjuradores, e os feiticeiros, e os caldeus, para que contassem ao rei os seus sonhos. E eles passaram a entrar e a ficar de pé perante o rei.
3
O rei disse-lhes então: “Tive um sonho, e meu espírito está agitado para saber o sonho. ”
Houve um sonho que tive e ele começou a atemorizar-me. E havia imagens mentais sobre a minha cama e visões da minha cabeça que começaram a amedrontar-me.
Nisso, no que se refere ao rei, ele mudou de cor e seus próprios pensamentos começaram a amedrontá-lo, e as juntas dos seus quadris se afrouxavam e os próprios joelhos dele batiam um no outro.
“Aqui termina o assunto. Quanto a mim, Daniel, amedrontavam-me muito os meus próprios pensamentos, de modo que até mesmo mudei de cor; mas o assunto mesmo eu guardei no meu próprio coração. ”
E quanto a mim, Daniel, senti-me exausto e adoeci por [ vários ] dias. Então me levantei e fiz a obra do rei; porém, continuei a mostrar-me estupefato por causa da coisa vista, e não havia quem entendesse [ isso ].