“Levanta os olhos para as veredas batidas e vê. Onde é que não foste estuprada? Tu te sentaste para eles à beira dos caminhos, assim como o árabe no ermo; e continuas a poluir a terra com os teus atos de prostituição e com a tua maldade.
Em cada cabeceira do caminho construíste a tua elevação, e começaste a fazer da tua lindeza algo detestável, e a escarranchar as pernas a todo transeunte, e a multiplicar os teus atos de prostituição.
Passaram-se assim muitos dias, e morreu a filha de Sua, esposa de Judá; e Judá guardou o período de luto. Depois subiu até os tosquiadores de suas ovelhas, a Timná, ele e Hira, seu companheiro, o adulamita.
De modo que Judá disse a Tamar, sua nora: “Mora como viúva na casa de teu pai até crescer Selá, meu filho. ” Pois ele disse para si mesmo: “Ele também poderia morrer como seus irmãos. ” Concordemente, Tamar foi e continuou a morar na casa de seu próprio pai.
Judá examinou-os então e disse: “Ela é mais justa do que eu, visto que não a dei a Selá, meu filho. ” E nunca mais teve relações com ela, depois disso.