20
De modo que dissemos ao meu amo: ‘Temos um pai idoso e um menino de sua velhice, o mais moço. Mas o irmão dele está morto, de modo que só ele resta de sua mãe, e seu pai deveras o ama. ’
21
Depois disseste aos teus escravos: ‘Trazei-mo para baixo, a fim de que eu ponha os olhos nele. ’
22
Mas dissemos ao meu amo: ‘O rapaz não pode deixar seu pai. Se deixasse seu pai, este certamente morreria. ’
23
Disseste então aos teus escravos: ‘A menos que o vosso irmão mais moço desça convosco, não mais podereis ver a minha face. ’
24
“E sucedeu que subimos até o teu escravo, meu pai, e lhe contamos então as palavras de meu amo.
25
Mais tarde, nosso pai disse: ‘Voltai, comprai-nos alguns mantimentos. ’
26
Mas nós dissemos: ‘Não podemos descer. Se o nosso irmão mais moço estiver conosco, desceremos, porque não podemos ver a face do homem caso nosso irmão mais moço não esteja conosco. ’
27
Teu escravo, meu pai, disse-nos então: ‘Vós mesmos bem sabeis que a minha esposa só me deu à luz dois filhos.
28
Mais tarde, um saiu da minha convivência e eu exclamei: “Ah! seguramente deve ter sido dilacerado! ” e não o vi até agora.
29
Se fôsseis levar também a este fora da minha vista e lhe sobreviesse um acidente fatal, certamente faríeis os meus cabelos grisalhos descer com calamidade ao Seol. ’
30
“E agora, assim que eu viesse a teu escravo, meu pai, sem que o rapaz estivesse conosco, quando a alma daquele está atada à alma deste,