O próprio fôlego das nossas narinas, o ungido de Jeová, foi capturado na sua grande cova, aquele de quem dissemos: “À sua sombra viveremos entre as nações. ”
E passaram a tomar Jeremias e a lançá-lo na cisterna de Malquijá, filho do rei, que havia no Pátio da Guarda. Portanto, desceram Jeremias por meio de cordas. Ora, não havia água na cisterna, mas lama; e Jeremias começou a afundar na lama.