E Jeová acrescentou: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem.
Em vista disso, o povo creu. Quando ouviram que Jeová voltara sua atenção para os filhos de Israel e que vira sua tribulação, inclinaram-se e prostraram-se.
E começamos a clamar a Jeová, o Deus de nossos antepassados, e Jeová passou a ouvir a nossa voz e a olhar para a nossa tribulação, e para a nossa desgraça, e para a nossa opressão.
E ela prosseguiu, fazendo um voto e dizendo: “Ó Jeová dos exércitos, se sem falta olhares para a tribulação da tua escrava e realmente te lembrares de mim, e não te esqueceres da tua escrava e realmente deres à tua escrava um descendente masculino, eu o entregarei a Jeová todos os dias da sua vida e não passará navalha sobre a sua cabeça. ”
Sucedeu, pois, por volta de um ano, que Ana havia ficado grávida e deu à luz um filho, e ela passou a chamá-lo pelo nome de Samuel, porque, dizia ela, “foi de Jeová que o pedi”.