Tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e marcareis a verga da porta e as duas ombreiras com o sangue que estiver na bacia; e nenhum de vós sairá da porta de sua casa até pela manhã.
E um homem limpo tomará hissopo, e o molhará naquela água, e a aspergirá sobre aquela tenda, sobre todo utensílio, sobre as pessoas que ali estiverem, e sobre aquele que tocar nos ossos, ou ao que foi morto, ou que faleceu, ou uma sepultura.
Também dissertou sobre as árvores, desde o cedro do Líbano até o hissopo que nasce na parede. Também falou sobre os animais, as aves, os répteis e os peixes.