Eis aqui, pois, o bem que vi: Que bom é comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho com que se fadiga debaixo do sol todos os dias da vida que Deus lhe deu; porque esta é sua parte.
Porque desde muito tempo atrás quebraste teu jugo e tuas ataduras, e disseste: Não servirei. Tu que sobre toda colina alta e debaixo de toda árvore frondosa te deitaste como prostituta.
O do homem a quem Deus deu riquezas, bens e glória, e nada lhe falta, de tudo o que sua alma deseja; mas Deus não lhe concede desfrutar disso, antes o estranho o desfruta. Isto é vaidade, e triste desventura.
Olhei eu para todas as obras que minhas mãos fizeram, e o trabalho que tomei para fazê-las; e eis que tudo era vaidade e perseguir o vento e sem tirar proveito debaixo do sol.