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Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio!
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Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante,
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e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento.
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Até quando você vai ficar deitado, preguiçoso? Quando se levantará de seu sono?
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Tirando uma soneca, cochilando um pouco, cruzando um pouco os braços para descansar,
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a sua pobreza o surpreenderá como um assaltante, e a sua necessidade lhe virá como um homem armado.