Mas o amor que tenho por você me obriga a lhe fazer apenas um pedido. E faço isso, embora eu seja Paulo, o representante de Cristo Jesus e agora também prisioneiro por causa dele.
Não estamos querendo mandar na sua fé, pois vocês estão firmes na fé. Pelo contrário, queremos trabalhar com vocês para que vocês sejam mais felizes ainda.
Eu sei que tu pões à prova os corações e amas as pessoas corretas. Com honestidade e sinceridade, eu te dei de livre vontade tudo isso e vejo com alegria que o teu povo, que está reunido aqui, trouxe de boa vontade ofertas a ti.
No dia em que o senhor, ó rei, os combater, o seu povo se apresentará como voluntário. Como o orvalho da madrugada, os jovens se encontrarão com o senhor nos montes sagrados.
Quem já ouviu falar de algum soldado que pagou as suas próprias despesas no exército? Ou qual é o fazendeiro que não come das uvas da sua própria plantação? Ou qual é o pastor que não toma do leite do seu gado?
Por isso, se eu faço o meu trabalho por minha própria vontade, então posso esperar algum pagamento. Porém, se faço como um dever, é porque é um trabalho que Deus me deu para fazer.
Por isso achei que era preciso pedir aos irmãos que fossem antes de mim para preparar a oferta que vocês prometeram. E assim, quando eu chegar aí, ela já estará pronta, e todos ficarão sabendo que vocês deram ofertas porque quiseram e não porque foram obrigados.
Aconselho que cuidem bem do rebanho que Deus lhes deu e façam isso de boa vontade, como Deus quer, e não de má vontade. Não façam o seu trabalho para ganhar dinheiro, mas com o verdadeiro desejo de servir.