Na visão, eu vi um banquete preparado na Babilônia; os lugares para os convidados sentarem estavam prontos, e eles comiam e bebiam. De repente, alguém deu esta ordem: “Oficiais, levantem-se e peguem as suas armas! ”
—Digam aos flecheiros que ataquem Babilônia. Mandem para lá todos os que sabem usar o arco e a flecha. Cerquem a cidade e não deixem ninguém escapar. Que a Babilônia pague por tudo o que fez! Façam com ela o que ela fez com os outros, pois me tratou com orgulho a mim, o Santo Deus de Israel.
—Dêem o sinal de ataque! Toquem as cornetas para que os povos escutem! Preparem as nações para lutarem contra Babilônia! Digam aos reinos de Ararate, Mini e Asquenaz que ataquem. Indiquem um oficial para comandar o ataque. Tragam um grande número de cavalos, como se fossem uma nuvem de gafanhotos.
Os cavaleiros atacam com espadas brilhantes e lanças reluzentes. Mortos por toda parte, milhares de cadáveres; os soldados tropeçam nos corpos dos mortos.
Nenhum dos seus soldados se cansa ou tropeça, nenhum descansa ou dorme. Eles estão preparados para lutar: os cinturões estão bem apertados, e as tiras das sandálias não se arrebentam.