O rei Nabucodonosor, da Babilônia, e o seu exército estavam atacando Jerusalém e as cidades vizinhas. Ajudavam nesse ataque as tropas de todas as nações e reinos dominados por ele. Nesse tempo, o SENHOR Deus falou comigo
—Por que estamos aqui parados? —pergunta o povo de Deus. —Venham, vamos correr para as cidades cercadas de muralhas e morrer ali. O SENHOR, nosso Deus, nos condenou à morte. O SENHOR nos deu água envenenada para beber porque pecamos contra ele.
Aí o povo de Judá e os moradores de Jerusalém vão pedir socorro aos deuses a quem vivem oferecendo sacrifícios. Mas, quando a desgraça chegar, esses deuses não poderão salvá-los.
Cercarão as cidades onde vocês moram, até que caiam as muralhas altas e fortes em que vocês confiavam. Todas as cidades da terra que o SENHOR, nosso Deus, lhes deu serão cercadas pelo inimigo.
Então Adoni-Zedeque enviou mensageiros a Hoão, rei de Hebrom, e a Pirã, rei de Jarmute, e a Jafia, rei de Laquis, e a Debir, rei de Eglom, com a seguinte mensagem:
E, enquanto eles fugiam dos israelitas, correndo na descida de Bete-Horom até Azeca, o SENHOR jogou do céu grandes pedras de gelo sobre os inimigos, e eles foram mortos. E morreram mais pessoas com essa chuva de pedras do que no combate com os israelitas.
No ano catorze do reinado de Ezequias, de Judá, Senaqueribe, rei da Assíria, atacou todas as cidades de Judá que eram cercadas de muralhas e as conquistou.
Ezequias mandou uma mensagem a Senaqueribe, que estava em Laquis. A mensagem foi esta: “Eu errei. Por favor, saia do meu país, que eu pagarei tudo o que o senhor exigir. ” O rei mandou uma resposta, dizendo que Ezequias devia lhe mandar dez mil quilos de prata e mil quilos de ouro.