O SENHOR diz a Jerusalém: “Estrangeiros reconstruirão as suas muralhas, e os reis deles trabalharão para você. Eu estava irado e por isso a castiguei, mas eu a amo e tenho compaixão de você.
Naquele dia, o Senhor, com a sua mão poderosa, trará de volta para a sua terra as pessoas do seu povo que ainda estiverem na Assíria, no Egito, em Patros, na Etiópia, em Elão, na Babilônia, em Hamate, no litoral do mar Mediterrâneo e nas ilhas.
Naquele dia, o SENHOR Deus vai tirar o seu povo do meio de todos os outros povos, desde o rio Eufrates até a fronteira do Egito. Como o trigo é malhado e os grãos são separados da palha, assim os israelitas serão todos separados e ajuntados um por um.
Como um pastor cuida do seu rebanho, assim o SENHOR cuidará do seu povo; ele juntará os carneirinhos, e os carregará no colo, e guiará com carinho as ovelhas que estão amamentando.
Ordenarei ao Norte que os deixe sair e direi ao Sul que não os segure. Dos lugares mais distantes do mundo deixem que os meus filhos e as minhas filhas voltem para casa!
Vou trazer ainda outros para a terra de Israel e juntá-los ao meu povo que eu já trouxe de volta. ” É isso o que diz o SENHOR Deus, que trouxe de volta para a terra de Israel o seu povo que era prisioneiro em terras estrangeiras.
Jerusalém, olhe em redor e veja o que está acontecendo! Os seus filhos estão voltando, eles estão chegando! Os seus filhos vêm de longe, as suas filhas vêm nos braços das mães.
Ó SENHOR, nosso Deus, liberta-nos! Tira-nos do meio dos pagãos e leva-nos de volta para a nossa terra. Assim nós te daremos graças e com prazer te louvaremos, ó Santo Deus.
Jesus terminou, dizendo: —Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedreja os mensageiros que Deus lhe manda! Quantas vezes eu quis abraçar todo o seu povo, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!