“Vocês pegaram azeite e muitos perfumes e foram adorar o deus Moloque. Enviaram mensageiros por toda parte à procura de deuses para adorar, e esses mensageiros foram até o mundo dos mortos.
Mas certo ano Oséias mandou alguns mensageiros a Sô, rei do Egito, pedindo a sua ajuda, e parou de pagar o imposto anual à Assíria. Quando Salmaneser soube dessa revolta, mandou prender Oséias e colocá-lo na prisão.
Como uma flecha atirada por um arco defeituoso não atinge o alvo, assim também o meu povo se desviou de mim e começou a adorar ídolos. Os seus chefes falam com orgulho e por isso serão mortos à espada. Aí o povo do Egito zombará deles.
As autoridades da cidade de Zoã não têm juízo; os sábios conselheiros do rei lhe dão conselhos tolos. Como é que vocês se atrevem a dizer ao rei: “Somos descendentes dos antigos sábios; os nossos antepassados eram reis”?
Eles subiram pela região sul e foram até Hebrom. Ali viviam Aimã, Sesai e Talmai, descendentes de uma raça de gigantes chamados anaquins ( Hebrom tinha sido construída sete anos antes de Zoã, no Egito. ).
Quando eu quebrar o poder do Egito e acabar com a força de que tanto se gaba, a escuridão cairá sobre a cidade de Tafnes. Uma nuvem cobrirá o Egito, e os moradores de todas as suas cidades serão levados prisioneiros.