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Judá respondeu: —Senhor, o que podemos falar ou responder? Como podemos provar que somos inocentes? Deus descobriu o nosso pecado. Aqui estamos e somos todos seus escravos, nós e aquele com quem estava o copo.
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José disse: —De jeito nenhum! Eu nunca faria uma coisa dessas! Só aquele que estava com o meu copo é que será meu escravo. Os outros podem voltar em paz para a casa do pai.
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Então Judá chegou perto de José e disse: —Senhor, me dê licença para lhe falar com franqueza. Não fique aborrecido comigo, pois o senhor é como se fosse o próprio rei.
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O senhor perguntou: “Vocês têm pai ou outro irmão? ”
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Nós respondemos assim: “Temos pai, já velho, e um irmão mais moço, que nasceu quando o nosso pai já estava velho. O irmão do rapazinho morreu. Agora ele é o único filho da sua mãe que está vivo, e o seu pai o ama muito. ”
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Aí o senhor nos disse para trazer o rapazinho porque desejava vê-lo.
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Nós respondemos que ele não podia deixar o seu pai, pois, se deixasse, o seu pai morreria.
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Mas o senhor disse que, se ele não viesse, o senhor não nos receberia.
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—Quando chegamos à nossa casa, contamos ao nosso pai tudo o que o senhor tinha dito.
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Depois ele nos mandou voltar para comprarmos mais mantimentos.
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Nós respondemos: “Não podemos ir; não seremos recebidos por aquele homem se o nosso irmão mais moço não for com a gente. Nós só vamos se o nosso irmão mais moço for junto. ”
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Então o nosso pai disse: “Vocês sabem que a minha mulher Raquel me deu dois filhos.
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Um deles já me deixou; eu nunca mais o vi. Deve ter sido despedaçado por animais selvagens.
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E, se agora vocês me tirarem este também, e alguma desgraça acontecer com ele, vocês matarão de tristeza este velho. ”
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( 30 - 31 ) —Agora, senhor—continuou Judá—se eu voltar para casa sem o rapaz, logo que o meu pai perceber isso, vai morrer. A vida dele está ligada com a vida do rapaz, e nós seríamos culpados de matar de tristeza o nosso pai, que está velho.
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( 30 - 31 ) —Agora, senhor—continuou Judá—se eu voltar para casa sem o rapaz, logo que o meu pai perceber isso, vai morrer. A vida dele está ligada com a vida do rapaz, e nós seríamos culpados de matar de tristeza o nosso pai, que está velho.
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E tem mais: eu garanti ao meu pai que seria responsável pelo rapaz. Eu disse assim: “Se eu não lhe trouxer o rapaz de volta, serei culpado diante do senhor pelo resto da minha vida. ”
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Por isso agora eu peço ao senhor que me deixe ficar aqui como seu escravo em lugar do rapaz. E permita que ele volte com os seus irmãos.
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Como posso voltar para casa se o rapaz não for comigo? Eu não quero ver essa desgraça cair sobre o meu pai.