( 7 - 10 ) Mataram também os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus. Os nomes deles eram Parsandata, Dalfão, Aspatá, Porata, Adalias, Aridata, Parmasta, Arisai, Aridai e Vaizata. Mas os judeus não ficaram com os bens deles.
( 16 - 17 ) No dia treze do mês de adar, os judeus das províncias se reuniram e se defenderam. Mataram setenta e cinco mil inimigos e assim se livraram de todos os que os odiavam. Mas não ficaram com os bens dos mortos. No dia catorze, eles descansaram e comemoraram com banquetes e festas.
Pois o amor ao dinheiro é uma fonte de todos os tipos de males. E algumas pessoas, por quererem tanto ter dinheiro, se desviaram da fé e encheram a sua vida de sofrimentos.
O homem respondeu: —Quem pôs você como nosso chefe ou nosso juiz? Você está querendo me matar como matou o egípcio? Então Moisés ficou com medo e pensou: “Já descobriram o que eu fiz. ”
Deus havia ordenado ao povo de Israel que ninguém guardasse nada do que era para ser destruído, mas a ordem foi desobedecida. Acã escondeu algumas coisas, e por isso o SENHOR ficou muito irado com os israelitas. Acã era filho de Carmi, descendente de Zabdi e descendente de Zera, da tribo de Judá.
Entre as coisas que pegamos, vi uma bela capa da Babilônia; vi também duzentas barras de prata e uma barra de ouro que pesava mais ou menos meio quilo. Fiquei com tanta vontade de ter aquelas coisas, que guardei para mim. Estão escondidas, enterradas na minha barraca, e a prata está por baixo.
Levante-se e vá santificar o povo. Diga que se purifiquem para amanhã porque eu, o SENHOR, o Deus de Israel, digo isto: “Israelitas, vocês estão guardando algumas coisas que eu mandei destruir. Enquanto não se livrarem delas, vocês não poderão enfrentar os inimigos.