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Para quem são os ais de pesar? Para quem as expressões de profunda tristeza? Para quem as brigas e inimizades? Para quem os ferimentos desnecessários? De quem são os olhos embaçados e vermelhos?
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Para todos aqueles que gastam horas se encharcando de vinho, os que andam em busca de bebidas fortes e misturas alcoólicas!
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Não te entregues a contemplar a tintura avermelhada do vinho, quando cintila provocante no copo e escorre suavemente!
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No fim, ele ataca como a serpente e envenena como a víbora!
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Teus olhos verão coisas horríveis e tua mente entorpecida te fará dizer tolices.
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Serás como alguém que dorme no meio do mar agitado ou deita-se sobre as cordas de um alto mastro.
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E dirás: “Feriram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, contudo eu nada percebi! Quando despertarei para que possa voltar a beber?”