Porém, Jacó partiu para Sucote, onde construiu uma casa para si e abrigos para seu rebanho. Foi por isso que o lugar passou a ser conhecido pelo nome de Sucote, “abrigo de ramos”.
Ordenou, pois, Gideão ao povo de Sucote: “Dai, rogo-vos, pedaços de pão aos homens que me seguem, porquanto estão muito cansados, e eu ainda estou perseguindo os reis de Midiã, Zeba e Zalmuna!”
Ele capturou um jovem de Sucote e o interrogou, e o jovem depôs por escrito o nome dos setenta e sete príncipes e anciãos responsáveis pelo governo da cidade.
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Em seguida Gideão rumou para Sucote e anunciou aos líderes e ao povo de lá: “Aqui estão Zeba e Zalmuna, a propósito dos quais zombastes de mim dizendo: ‘Já estão em tuas mãos Zeba e Zalmuna? Por que deveríamos alimentar tuas tropas?’
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Tomou imediatamente todas as autoridades da cidade e, apanhando espinhos do deserto, abrolhos e sarças, rasgou-lhes os corpos, castigando-os severamente.
Também governou a Arabá, planície oriental, desde o mar de Kinrot, da Galileia, até o mar de Arabá – o mar Salgado – ao leste, até Bete-Jesimote, e mais ao sul, ao pé das encostas do monte Pisga.
como igualmente a Arabá, a planície e a passagem para o outro lado do Jordão, como fronteira ocidental, desde Quinerete até o mar da Arabá, que é o mar Salgado, aos pés das colinas do Pisga, para o oriente.
E aconteceu que, num determinado dia, Jesus estava próximo ao lago de Genesaré, e uma multidão o espremia de todos os lados para ouvir a Palavra de Deus.